Randolfe atribui rejeição histórica no STF ao ambiente de pré-campanha. Em entrevista ao UOL, exibida na TV Senado e disponível no YouTube, líder do governo aponta influência do clima eleitoral na decisão do Senado. Em entrevista ao canal do UOL na TV Senado, o líder do governo, senador Randolfe Rodrigues (PT/AP), relativizou a rejeição do nome de Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), a primeira em 124 anos. Segundo o parlamentar, apesar de lamentável, o resultado integra a dinâmica do processo político e deve ser respeitado como expressão legítima da prerrogativa do plenário do Senado. Ele informa ainda que o governo acumula vitórias e derrotas no Congresso e que a relação institucional com a presidência da Casa, sob o comando de Davi Alcolumbre, seguirá baseada no respeito. Randolfe atribuiu o desfecho não à capacidade ou à reputação do indicado, a quem classificou como um dos mais qualificados juristas do país, mas ao ambiente de forte polarização política e à influência do calendário eleitoral. De acordo com o senador, o contexto de pré-campanha presidencial, já em curso no mês de maio, impactou diretamente o comportamento dos parlamentares. Ele também observou que votações recentes, como as do Procurador-Geral da República e do ministro Flávio Dino, já sinalizavam um cenário de disputas mais acirradas no Senado. Ao ser questionado sobre eventual desgaste político do presidente Lula, o líder governista afastou a hipótese de crise e afirmou que a avaliação das posições do Congresso cabe à sociedade. Também descartou a possibilidade de retaliações dentro da base aliada, rejeitando qualquer iniciativa de identificar divergências em uma votação de caráter secreto. Fonte: Canal UOL Veja reportagem abaixo.
Randolfe atribui rejeição histórica no STF ao ambiente de pré-campanha
Em entrevista ao UOL, exibida na TV Senado e disponível no YouTube, líder do governo aponta influência do clima eleitoral na decisão do Senado
Em entrevista ao canal do UOL na TV Senado, o líder do governo, senador Randolfe Rodrigues (PT/AP), relativizou a rejeição do nome de Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), a primeira em 124 anos. Segundo o parlamentar, apesar de lamentável, o resultado integra a dinâmica do processo político e deve ser respeitado como expressão legítima da prerrogativa do plenário do Senado. Ele informa ainda que o governo acumula vitórias e derrotas no Congresso e que a relação institucional com a presidência da Casa, sob o comando de Davi Alcolumbre, seguirá baseada no respeito.
Randolfe atribuiu o desfecho não à capacidade ou à reputação do indicado, a quem classificou como um dos mais qualificados juristas do país, mas ao ambiente de forte polarização política e à influência do calendário eleitoral. De acordo com o senador, o contexto de pré-campanha presidencial, já em curso no mês de maio, impactou diretamente o comportamento dos parlamentares. Ele também observou que votações recentes, como as do Procurador-Geral da República e do ministro Flávio Dino, já sinalizavam um cenário de disputas mais acirradas no Senado.
Ao ser questionado sobre eventual desgaste político do presidente Lula, o líder governista afastou a hipótese de crise e afirmou que a avaliação das posições do Congresso cabe à sociedade. Também descartou a possibilidade de retaliações dentro da base aliada, rejeitando qualquer iniciativa de identificar divergências em uma votação de caráter secreto.
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