Apoiada pelo Governo do Amapá, Conferência Estadual debate políticas para mulheres e antecede etapa nacional. Delegadas serão eleitas para representar estado de 29 de setembro a 1º de outubro, em Brasília.. Com o apoio do Governo do Amapá, diversas lideranças feministas, políticas, sociais e comunitárias participaram da abertura da 5ª Conferência Estadual de Políticas para Mulheres do Amapá (CEPM), nesta segunda-feira, 25, no auditório do Sebrae/AP. O evento tem como objetivo debater políticas públicas e eleger as delegadas que vão representar o estado na etapa nacional no período de 29 de setembro a 1º de outubro, em Brasília (DF). Durante a abertura, o público foi recepcionado pela cantora Verônica do Marabaixo, que executou o hino "Canção do Amapá" no ritmo regional. Após as falas das autoridades, os presentes fizeram um minuto de silêncio em memória da professora Nilza Amaral. Conferência prossegue nesta terça-feira, 26 Foto: Jorge Júnior/GEA Ministra das Mulheres, Márcia Lopes Foto: Jorge Júnior/GEA A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, que proferiu a palestra magda da abertura, falou da satisfação em fazer parte da Conferência e também em saber que dos 16 municípios do Amapá, 10 realizaram as etapas municipais. "Estamos aqui para olhar de perto a realidade das amapaenses, em todas as áreas. Não vamos falar apenas de violência contra as mulheres, porque não podemos deixar que mulheres morram, apenas por ser mulher. Vamos debater todos os segmentos que as mulheres necessitam de espaço, valorização e respeito. Mas para isso, os estados e municípios precisam estar juntos no combate a violência e no fortalecimentos das políticas públicas", disse a ministra. A retomada da CEPM após 10 anos, foi articulada pelo Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres (Cedimap), contou com a presença da Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, primeira-dama do Amapá, Priscila Flores, presidente do Cedimap, Alzira Nogueira, além da secretária de Políticas para Mulheres (Sepm), Adriana Amoras, Adriana Rosa, conselheira Nacional do Direito das Mulheres, e Marilene Nascimento representando o Ministro da Integração de Desenvolvimento Regional. Presidente do Cedmipa, Alzira Nogueira Foto: Jorge Júnior/GEA "A Conferência é a culminância das conferências municipais, realizadas em 10 municípios envolvendo mais de mil mulheres e que elegeu 162 delegadas que estão aqui hoje. Chegamos na etapa estadual, e para nós é um orgulho muito grande, uma grande conquista. Isso só foi possível graças a união de todos os movimentos sociais, gestão e sociedade civil," presidente do Cedimap, Alzira Nogueira. Durante dois dias, o público vai participar de palestras temáticas, grupos de trabalho, debates, atrações culturais e feira das empreendedoras. Além de eleger as 32 delegadas que vão representar o Amapá na etapa nacional. A idealizadora do coletivo "Elas", a primeira-dama do Amapá, Priscilla Flores, discorreu sobre a importância do momento histórico e destacou que no estado a presença feminina nos espaços do poder vem crescendo cada vez mais. Primeira-dama do Amapá, Priscilla Flores Foto: Jorge Júnior/GEA "A gente sabe que existem grandes desafios, e que as políticas públicas só tem sentido quando elas saem do papel e chegam de fato nas pessoas que precisam, e desse pensamento nasceu o projeto 'Elas', que veio para somar com todos os movimentos sociais, sendo uma força com que todas podem contar dentro da gestão", destacou a primeira-dama. A secretária de Políticas para Mulheres, Adriana Ramos, destacou que os encontros são feitos para o debate real das necessidades, e a Conferência é um compromisso da gestão que retorna com o apoio do Cedimap. "Estamos aqui fazendo a escuta das necessidades das mulheres de todas as regiões do estado, para garantir que os direitos sejam defendidos na etapa nacional e garantir principalmente nossa representatividade. O Amapá é por todas elas, e queremos que o Brasil também seja por todas elas," destacou a gestora. Da esquerda para a direira, Adriana Ramos, Priscila Flores, Márcia Lopes e Alzira Nogueira Foto: Jorge Júnior/GEA Uma das participantes veio de Laranjal do Jari, sul do estado, Maria José, é ativista na Associação de Mulheres Negras e das Parteiras do Município (Aspartalajes). "Está sendo emocionante participar desse momento, até mesmo para nós que estávamos desanimadas, depois da pandemia. Está aqui é se enriquecer de conhecimento e valorização para os nossos segmentos", disse Maria José. Por Alice Palmerim Maria José, de 52 anos, ativista de Laranjal do Jari
Apoiada pelo Governo do Amapá, Conferência Estadual debate políticas para mulheres e antecede etapa nacional
Delegadas serão eleitas para representar estado de 29 de setembro a 1º de outubro, em Brasília.
Com o apoio do Governo do Amapá, diversas lideranças feministas, políticas, sociais e comunitárias participaram da abertura da 5ª Conferência Estadual de Políticas para Mulheres do Amapá (CEPM), nesta segunda-feira, 25, no auditório do Sebrae/AP. O evento tem como objetivo debater políticas públicas e eleger as delegadas que vão representar o estado na etapa nacional no período de 29 de setembro a 1º de outubro, em Brasília (DF).
Durante a abertura, o público foi recepcionado pela cantora Verônica do Marabaixo, que executou o hino "Canção do Amapá" no ritmo regional. Após as falas das autoridades, os presentes fizeram um minuto de silêncio em memória da professora Nilza Amaral.

Conferência prossegue nesta terça-feira, 26
Foto: Jorge Júnior/GEA

Ministra das Mulheres, Márcia Lopes
Foto: Jorge Júnior/GEA
A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, que proferiu a palestra magda da abertura, falou da satisfação em fazer parte da Conferência e também em saber que dos 16 municípios do Amapá, 10 realizaram as etapas municipais.
"Estamos aqui para olhar de perto a realidade das amapaenses, em todas as áreas. Não vamos falar apenas de violência contra as mulheres, porque não podemos deixar que mulheres morram, apenas por ser mulher. Vamos debater todos os segmentos que as mulheres necessitam de espaço, valorização e respeito. Mas para isso, os estados e municípios precisam estar juntos no combate a violência e no fortalecimentos das políticas públicas", disse a ministra.
A retomada da CEPM após 10 anos, foi articulada pelo Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres (Cedimap), contou com a presença da Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, primeira-dama do Amapá, Priscila Flores, presidente do Cedimap, Alzira Nogueira, além da secretária de Políticas para Mulheres (Sepm), Adriana Amoras, Adriana Rosa, conselheira Nacional do Direito das Mulheres, e Marilene Nascimento representando o Ministro da Integração de Desenvolvimento Regional.

Presidente do Cedmipa, Alzira Nogueira
Foto: Jorge Júnior/GEA
"A Conferência é a culminância das conferências municipais, realizadas em 10 municípios envolvendo mais de mil mulheres e que elegeu 162 delegadas que estão aqui hoje. Chegamos na etapa estadual, e para nós é um orgulho muito grande, uma grande conquista. Isso só foi possível graças a união de todos os movimentos sociais, gestão e sociedade civil," presidente do Cedimap, Alzira Nogueira.
Durante dois dias, o público vai participar de palestras temáticas, grupos de trabalho, debates, atrações culturais e feira das empreendedoras. Além de eleger as 32 delegadas que vão representar o Amapá na etapa nacional.
A idealizadora do coletivo "Elas", a primeira-dama do Amapá, Priscilla Flores, discorreu sobre a importância do momento histórico e destacou que no estado a presença feminina nos espaços do poder vem crescendo cada vez mais.

Primeira-dama do Amapá, Priscilla Flores
Foto: Jorge Júnior/GEA
"A gente sabe que existem grandes desafios, e que as políticas públicas só tem sentido quando elas saem do papel e chegam de fato nas pessoas que precisam, e desse pensamento nasceu o projeto 'Elas', que veio para somar com todos os movimentos sociais, sendo uma força com que todas podem contar dentro da gestão", destacou a primeira-dama.
A secretária de Políticas para Mulheres, Adriana Ramos, destacou que os encontros são feitos para o debate real das necessidades, e a Conferência é um compromisso da gestão que retorna com o apoio do Cedimap.
"Estamos aqui fazendo a escuta das necessidades das mulheres de todas as regiões do estado, para garantir que os direitos sejam defendidos na etapa nacional e garantir principalmente nossa representatividade. O Amapá é por todas elas, e queremos que o Brasil também seja por todas elas," destacou a gestora.

Da esquerda para a direira, Adriana Ramos, Priscila Flores, Márcia Lopes e Alzira Nogueira
Foto: Jorge Júnior/GEA
Uma das participantes veio de Laranjal do Jari, sul do estado, Maria José, é ativista na Associação de Mulheres Negras e das Parteiras do Município (Aspartalajes).
"Está sendo emocionante participar desse momento, até mesmo para nós que estávamos desanimadas, depois da pandemia. Está aqui é se enriquecer de conhecimento e valorização para os nossos segmentos", disse Maria José.
Por Alice Palmerim

Maria José, de 52 anos, ativista de Laranjal do Jari
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