Exército solicita transferência de sargento da reserva preso por assassinato para o 34º bis. . O Comando do Exército solicitou a transferência de Antônio Carlos Lima de Araújo, sargento da reserva preso pelo assassinato de Antônio Candeia Oliveira, para o 34º Batalhão de Infantaria de Selva (34º BIS). Araújo está detido sob suspeita de ter executado a vítima em um conflito relacionado à posse de terras no município de Amapá, norte do Estado, com alegações de que o crime foi premeditado. O caso também envolve Francisco Canindé da Silva, empresário e marido da prefeita eleita local, apontado como mandante do crime e cuja prisão preventiva foi decretada. Segundo as investigações, a vítima, de 80 anos, foi morta a tiros em uma fazenda após discussões envolvendo questões fundiárias. Araújo, acompanhado de advogados, apresentou-se à polícia dias após o crime e entregou a arma utilizada, mas optou por permanecer em silêncio durante o depoimento. Testemunhas relataram que o crime foi provocado para simular legítima defesa, e a polícia investiga o envolvimento de outros suspeitos que estavam no local. A transferência do acusado para o 34º BIS reflete normas do Exército para lidar com crimes envolvendo militares da reserva, enquanto o inquérito segue sob análise. A defesa do sargento argumenta que as ações da vítima também contribuíram para o conflito, mencionando ameaças e boletins de ocorrência registrados anteriormente. O caso permanece em investigação, com a análise de todas as responsabilidades e circunstâncias do crime.
Exército solicita transferência de sargento da reserva preso por assassinato para o 34º bis
O Comando do Exército solicitou a transferência de Antônio Carlos Lima de Araújo, sargento da reserva preso pelo assassinato de Antônio Candeia Oliveira, para o 34º Batalhão de Infantaria de Selva (34º BIS). Araújo está detido sob suspeita de ter executado a vítima em um conflito relacionado à posse de terras no município de Amapá, norte do Estado, com alegações de que o crime foi premeditado.
O caso também envolve Francisco Canindé da Silva, empresário e marido da prefeita eleita local, apontado como mandante do crime e cuja prisão preventiva foi decretada.
Segundo as investigações, a vítima, de 80 anos, foi morta a tiros em uma fazenda após discussões envolvendo questões fundiárias. Araújo, acompanhado de advogados, apresentou-se à polícia dias após o crime e entregou a arma utilizada, mas optou por permanecer em silêncio durante o depoimento.
Testemunhas relataram que o crime foi provocado para simular legítima defesa, e a polícia investiga o envolvimento de outros suspeitos que estavam no local.
A transferência do acusado para o 34º BIS reflete normas do Exército para lidar com crimes envolvendo militares da reserva, enquanto o inquérito segue sob análise.
A defesa do sargento argumenta que as ações da vítima também contribuíram para o conflito, mencionando ameaças e boletins de ocorrência registrados anteriormente. O caso permanece em investigação, com a análise de todas as responsabilidades e circunstâncias do crime.
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