Mais de 700 estandes impulsionam o empreendedorismo local na Expofeira 2026
Negócios dos setores de gastronomia, artesanato, economia criativa e outros segmentos da produção local encontram na feira um espaço para comercialização e aproximação com o público.
Com mais de 700 estandes destinados a empreendedores e à comercialização de produtos amapaenses, a Expofeira 2026 reúne negócios de diferentes segmentos e amplia as oportunidades para quem busca apresentar seus produtos e conquistar novos clientes. A programação será realizada de 8 a 16 de agosto, no Parque de Exposições da Fazendinha.
Entre os empreendedores que estreiam no evento está a empresária Gisela Cezimbra, responsável pela adega Coco Leve, instalada na Praça de Alimentação Caravelas. Esta será a primeira participação da marca na Expofeira, onde o público poderá conhecer os copões preparados com gelo saborizado produzido pela empresa.
"É um evento que gera muita expectativa porque reúne empreendedores e oferece a oportunidade de divulgar nossa marca", destacou Gisela Cezimbra.
Segundo a empresária, os copões utilizam gelo saborizado sem álcool, disponível em 16 sabores. Outro diferencial é o tempo de derretimento, cerca de três vezes mais lento que o do gelo convencional, permitindo seu reaproveitamento em até três bebidas. Como forma de incentivar a fidelização dos clientes, quem retornar com o mesmo gelo para uma nova compra terá desconto de R$ 5 no copão.
Se para Gisela a Expofeira representa uma estreia, para a Associação de Mulheres e Artesãos de Tartarugalzinho (AMAT) a participação já faz parte da trajetória da entidade. Em 2026, a associação participa pela terceira vez do evento e, pela primeira vez, expõe seus produtos no pavilhão do Selo Amapá, após conquistar a certificação oficial.
A presidente da associação, Katiane Marques, explica que a AMAT reúne 37 mulheres artesãs e completa dez anos de atuação em 2026. A produção utiliza matérias-primas naturais, como fibras de buriti, caranã, tucumã, bananeira e sementes nativas, transformadas em biojoias, peças de vestuário, cestarias e artigos de moda criativa.
"A maioria dos nossos produtos vem da própria terra e todo o trabalho valoriza o uso de matérias-primas naturais e a sustentabilidade", ressaltou Katiane Marques.
Além do artesanato confeccionado com fibras e sementes nativas, a associação também reutiliza fios de telefonia descartados na produção de cestarias, agregando valor aos produtos e incentivando o reaproveitamento de materiais recicláveis.
Durante a Expofeira 2026, os visitantes poderão conhecer uma ampla variedade de produtos de empreendedores amapaenses distribuídos pelos pavilhões temáticos e pela Praça de Alimentação, espaços dedicados à valorização dos pequenos negócios e da produção regional.
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