Naufrágio do Novo Amapá: 43 anos da maior tragédia ocorrida nos rios da Amazônia. Lembrança dolorosa que permanece viva na história da Amazônia, marcada pelo trágico acidente ocorrido nas águas do Rio Amazonas em 6 de janeiro de 1981.. Em 6 de janeiro de 1981, o naufrágio do Novo Amapá, uma embarcação de passageiros que operava a rota fluvial entre a Vila Amazonas (hoje Município de Santana, Amapá) e Monte Dourado (Município de Almeirim, Pará), marcou um dos eventos mais trágicos na história do Amapá. O barco, com capacidade para 400 passageiros e meia tonelada de carga, partiu com excesso de ocupação, transportando mais de 600 passageiros e mais de uma tonelada de carga. No início da noite, o Novo Amapá não suportou o peso excessivo, virando nas águas do Rio Amazonas, em uma região isolada próxima à foz do Rio Cajari. O naufrágio resultou na morte por afogamento de mais de trezentos passageiros. Os sobreviventes enfrentaram mais de 24 horas à deriva no Rio Amazonas à espera de resgate. Os corpos dos falecidos, em avançado estado de decomposição, foram enterrados como indigentes em covas coletivas no cemitério público de Santana. O impacto desse trágico evento reverberou na sociedade amapaense da época, sendo recordado de forma recorrente pela mídia. Desde 2012, o espetáculo teatral "Novo Amapá" busca relembrar e conscientizar sobre os perigos do transporte fluvial na Amazônia. Baseada no texto "Triste Janeiro", do ator e dramaturgo Joca Monteiro, a peça, um filme e um livro foram produzidos para preservar a memória da tragédia. Além disso, a Lei Estadual nº 2252/2017 oficializou o dia 6 de janeiro como o Dia Estadual da Conscientização da Segurança da Navegação no Estado do Amapá. Essa iniciativa busca honrar a memória das vítimas do Novo Amapá, promovendo a conscientização sobre a importância da segurança nas atividades de navegação na região amazônica. Com informações/ extinto Portal Extra, Portal Amazônia
Naufrágio do Novo Amapá: 43 anos da maior tragédia ocorrida nos rios da Amazônia
Lembrança dolorosa que permanece viva na história da Amazônia, marcada pelo trágico acidente ocorrido nas águas do Rio Amazonas em 6 de janeiro de 1981.
Em 6 de janeiro de 1981, o naufrágio do Novo Amapá, uma embarcação de passageiros que operava a rota fluvial entre a Vila Amazonas (hoje Município de Santana, Amapá) e Monte Dourado (Município de Almeirim, Pará), marcou um dos eventos mais trágicos na história do Amapá. O barco, com capacidade para 400 passageiros e meia tonelada de carga, partiu com excesso de ocupação, transportando mais de 600 passageiros e mais de uma tonelada de carga.
No início da noite, o Novo Amapá não suportou o peso excessivo, virando nas águas do Rio Amazonas, em uma região isolada próxima à foz do Rio Cajari. O naufrágio resultou na morte por afogamento de mais de trezentos passageiros. Os sobreviventes enfrentaram mais de 24 horas à deriva no Rio Amazonas à espera de resgate. Os corpos dos falecidos, em avançado estado de decomposição, foram enterrados como indigentes em covas coletivas no cemitério público de Santana.
O impacto desse trágico evento reverberou na sociedade amapaense da época, sendo recordado de forma recorrente pela mídia. Desde 2012, o espetáculo teatral "Novo Amapá" busca relembrar e conscientizar sobre os perigos do transporte fluvial na Amazônia. Baseada no texto "Triste Janeiro", do ator e dramaturgo Joca Monteiro, a peça, um filme e um livro foram produzidos para preservar a memória da tragédia.
Além disso, a Lei Estadual nº 2252/2017 oficializou o dia 6 de janeiro como o Dia Estadual da Conscientização da Segurança da Navegação no Estado do Amapá. Essa iniciativa busca honrar a memória das vítimas do Novo Amapá, promovendo a conscientização sobre a importância da segurança nas atividades de navegação na região amazônica.
Com informações/ extinto Portal Extra, Portal Amazônia
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