Ancestralidade e superação impulsionam vendas de móveis rústicos na Expofeira 2026. Do bruto ao sofisticado, trajetórias de vida moldam o artesanato amazônico e aquecem a economia na Expofeira. A Expofeira 2026, realizada no Parque de Exposições da Fazendinha, consolidou-se como uma das principais vitrines da bioeconomia e do artesanato da Região Norte. Entre os setores mais visitados, o pavilhão de móveis rústicos chama a atenção pela imponência das peças, que unem a robustez da floresta à sofisticação. Por trás do brilho do verniz e das formas orgânicas da madeira estão histórias de ancestralidade, superação familiar e forte apelo comercial.Com 34 anos de dedicação à marcenaria, Adinelson Nunes, conhecido como Mutuaca Rústico, é um dos destaques do evento. Ele transita entre o rústico bruto e o design sofisticado. A paixão pela arte vem de família: Adinelson herdou o ofício da avó, Nazaré Benjamin, artesã pioneira no município de Mazagão.Em sua terceira participação na Expofeira, ele projeta bons negócios, embalado pelo sucesso das edições anteriores, quando faturou R$ 56 mil.“A expectativa para este ano é vender muito bem”, afirma o artesão, orgulhoso de manter vivo o legado familiar.De Pedra Branca do Amapari, a artesã Denise Nascimento mostra como o artesanato também é sinônimo de resiliência. Há 15 anos no setor, ela assumiu a Angelim Móveis Rústicos após o marido, Rosivaldo Dias, conhecido como “PP”, adoecer. O que começou como uma necessidade familiar transformou-se em um negócio de sucesso que rompeu fronteiras.Participando da feira pela quarta vez, Denise acumula quase R$ 100 mil em vendas nas edições anteriores e comemora a aceitação de seus produtos no mercado internacional, com destaque para o público europeu.“As vendas para os franceses sempre são muito boas”, destaca a expositora.Setor impulsiona economia da florestaO sucesso de Mutuaca e Denise reflete o crescimento de um mercado que aposta na sustentabilidade. A maioria dos móveis utiliza madeira de manejo ou reaproveita árvores caídas, agregando valor à floresta em pé.Para o público, o espaço oferece a oportunidade de negociar diretamente com os fabricantes e encomendar peças exclusivas, fortalecendo a economia dos municípios amapaenses.A Expofeira 2026 segue até 16 de agosto no Parque de Exposições da Fazendinha.
Ancestralidade e superação impulsionam vendas de móveis rústicos na Expofeira 2026
Do bruto ao sofisticado, trajetórias de vida moldam o artesanato amazônico e aquecem a economia na Expofeira
A Expofeira 2026, realizada no Parque de Exposições da Fazendinha, consolidou-se como uma das principais vitrines da bioeconomia e do artesanato da Região Norte. Entre os setores mais visitados, o pavilhão de móveis rústicos chama a atenção pela imponência das peças, que unem a robustez da floresta à sofisticação. Por trás do brilho do verniz e das formas orgânicas da madeira estão histórias de ancestralidade, superação familiar e forte apelo comercial.
Com 34 anos de dedicação à marcenaria, Adinelson Nunes, conhecido como Mutuaca Rústico, é um dos destaques do evento. Ele transita entre o rústico bruto e o design sofisticado. A paixão pela arte vem de família: Adinelson herdou o ofício da avó, Nazaré Benjamin, artesã pioneira no município de Mazagão.
Em sua terceira participação na Expofeira, ele projeta bons negócios, embalado pelo sucesso das edições anteriores, quando faturou R$ 56 mil.
“A expectativa para este ano é vender muito bem”, afirma o artesão, orgulhoso de manter vivo o legado familiar.
De Pedra Branca do Amapari, a artesã Denise Nascimento mostra como o artesanato também é sinônimo de resiliência. Há 15 anos no setor, ela assumiu a Angelim Móveis Rústicos após o marido, Rosivaldo Dias, conhecido como “PP”, adoecer. O que começou como uma necessidade familiar transformou-se em um negócio de sucesso que rompeu fronteiras.
Participando da feira pela quarta vez, Denise acumula quase R$ 100 mil em vendas nas edições anteriores e comemora a aceitação de seus produtos no mercado internacional, com destaque para o público europeu.
“As vendas para os franceses sempre são muito boas”, destaca a expositora.
Setor impulsiona economia da florestaO sucesso de Mutuaca e Denise reflete o crescimento de um mercado que aposta na sustentabilidade. A maioria dos móveis utiliza madeira de manejo ou reaproveita árvores caídas, agregando valor à floresta em pé.
Para o público, o espaço oferece a oportunidade de negociar diretamente com os fabricantes e encomendar peças exclusivas, fortalecendo a economia dos municípios amapaenses.
A Expofeira 2026 segue até 16 de agosto no Parque de Exposições da Fazendinha.
🔥 As notícias do dia chegam até você!
Entre no canal oficial no WhatsApp: 📲
Link de Acesso
📰 Assine Grátis o Jornal O GUARANI
Inscreva-se na nossa Newsletter e tenha o Jornal O GUARANI direto no seu WhatsApp ou e-mail.
Veja notícias relacionadas
Expofeira 2026 gera negócios locais com pavilhão que reúne empresas do Selo Amapá
Leia a NotíciaExpofeira 2026: por meio do Selo Amapá, artesãos de Pedra Branca do Amapari transformam madeira reaproveitada em negócio
Leia a NotíciaAmapá AgroSummit 2026: Startup Day inicia na Expofeira
Leia a Notícia