Magda Chambriard elogia Ibama, pede confiança na Petrobras e defende exploração no AP. . A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, defendeu na quarta-feira, 23, a exploração de petróleo na Foz do Amazonas, elogiando o trabalho técnico do Ibama e pedindo confiança da sociedade nas ações da estatal. Durante o 10º Fórum da CNT, Magda afirmou que o licenciamento ambiental foi um “processo duríssimo”, longo e rigorosamente técnico, e destacou que a autorização representa uma conquista para o diálogo entre as instituições e o aprimoramento da regulação ambiental brasileira. A licença concedida refere-se ao Bloco 59, localizado a cerca de 500 quilômetros da foz do rio Amazonas, na chamada Margem Equatorial, região que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte. Magda argumentou que a ampliação da exploração não contraria a transição energética, mas reforça a segurança energética nacional, ao permitir que o país aumente a oferta de energia de forma responsável. Ela reforçou que a Petrobras opera com compromisso ambiental e que a perfuração, iniciada nesta semana, deverá durar cerca de cinco meses, com conclusão estimada para março de 2026. A presidente também rebateu críticas de organizações ambientalistas, que entraram na Justiça contra o licenciamento, alegando falhas nos estudos e risco de impactos climáticos. Magda afirmou que a empresa não busca “destruir o planeta”, mas conquistar a confiança da sociedade e garantir que suas operações gerem benefícios concretos para o país. Para ela, o processo de aprovação foi um marco de responsabilidade e transparência, e a Petrobras está comprometida com padrões ambientais de excelência. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também apoia a exploração da Margem Equatorial, argumentando que o Brasil pode pesquisar e explorar suas riquezas naturais sem comprometer a preservação ambiental. Lula já declarou que o país não abrirá mão de conhecer o potencial energético da região, ressaltando que a Petrobras possui histórico de operações seguras em águas profundas. Fonte: UOL – Ecoa, reportagem de Lucas Borges Teixeira. Magda pede confiança na Petrobras, elogia Ibama e defende exploração no AP” – UOL
Magda Chambriard elogia Ibama, pede confiança na Petrobras e defende exploração no AP
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, defendeu na quarta-feira, 23, a exploração de petróleo na Foz do Amazonas, elogiando o trabalho técnico do Ibama e pedindo confiança da sociedade nas ações da estatal. Durante o 10º Fórum da CNT, Magda afirmou que o licenciamento ambiental foi um “processo duríssimo”, longo e rigorosamente técnico, e destacou que a autorização representa uma conquista para o diálogo entre as instituições e o aprimoramento da regulação ambiental brasileira.
A licença concedida refere-se ao Bloco 59, localizado a cerca de 500 quilômetros da foz do rio Amazonas, na chamada Margem Equatorial, região que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte. Magda argumentou que a ampliação da exploração não contraria a transição energética, mas reforça a segurança energética nacional, ao permitir que o país aumente a oferta de energia de forma responsável. Ela reforçou que a Petrobras opera com compromisso ambiental e que a perfuração, iniciada nesta semana, deverá durar cerca de cinco meses, com conclusão estimada para março de 2026.
A presidente também rebateu críticas de organizações ambientalistas, que entraram na Justiça contra o licenciamento, alegando falhas nos estudos e risco de impactos climáticos. Magda afirmou que a empresa não busca “destruir o planeta”, mas conquistar a confiança da sociedade e garantir que suas operações gerem benefícios concretos para o país. Para ela, o processo de aprovação foi um marco de responsabilidade e transparência, e a Petrobras está comprometida com padrões ambientais de excelência.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também apoia a exploração da Margem Equatorial, argumentando que o Brasil pode pesquisar e explorar suas riquezas naturais sem comprometer a preservação ambiental. Lula já declarou que o país não abrirá mão de conhecer o potencial energético da região, ressaltando que a Petrobras possui histórico de operações seguras em águas profundas.
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