Instituto Equatorial impulsiona bioeconomia na Amazônia com nova fase do Programa MUDA. No Amapá, cinco negócios foram contemplados e receberão investimentos para expansão dos empreendimentos.. O Instituto Equatorial, instituição do terceiro setor mantida com recursos do Grupo Equatorial, dá mais um passo em sua missão de promover o desenvolvimento sustentável na região amazônica com o avanço do Programa MUDA. A iniciativa, tem como propósito capacitar empreendedores comunitários para liderarem a transformação econômica sustentável no Amapá, fomentando negócios inovadores e lucrativos baseados na bioeconomia. A proposta do programa é fortalecer um ecossistema de negócios que valoriza e utiliza de forma sustentável os recursos naturais da região, criando oportunidades de geração de renda e promovendo o desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais. Na primeira fase, o Programa MUDA capacitou 30 empreendedores do Amapá por meio de cursos e workshops voltados à gestão eficiente e sustentável de seus negócios. Agora, na segunda fase o “Ciclo Nutrir”, cinco empreendimentos selecionados receberão investimentos diretos para expandir sua capacidade produtiva e de inovação. Os negócios contemplados são: Amazon Bioprotein – melhora a qualidade de vida da população com produtos de boa forma originários da Amazônia. Vitrum – propõe soluções para aumentar a vida útil do vidro e reduzir o impacto do consumo. Golden Hands – leva sabores amazônicos que geram renda e ajudam na preservação da floresta. Açaí Faustina – transforma o caroço do açaí, levando o potencial da Amazônia ao mundo. Kupulatte – adoça momentos com o sabor e a autenticidade da floresta. A bioeconomia é hoje um dos setores de maior potencial de crescimento no Brasil. Segundo o Instituto Escolhas, o mercado de produtos da sociobiodiversidade pode movimentar até R$ 284 bilhões por ano, caso receba investimentos adequados em infraestrutura, capacitação e acesso a mercados. “Nosso compromisso com o empreendedorismo vai além do negócio, é sobre transformar realidades e criar oportunidades duradouras. Ao integrar capacitação técnica, redes de apoio e inovação social, fortalecemos empreendimentos de diferentes portes e segmentos, gerando valor econômico e social para as comunidades”, destaca Janaina Ali, coordenadora do Instituto Equatorial. O Programa MUDA é realizado em parceria com o Via Floresta, organização que atua na estruturação de cadeias produtivas sustentáveis e na conexão entre produtores e mercados consumidores. Mais informações sobre a iniciativa e formas de participação estão disponíveis no site www.viafloresta.net. Sobre o Instituto Equatorial O Instituto Equatorial é legado do grupo que tem como missão contribuir para redução das desigualdades sociais nos territórios onde atuamos, adaptando soluções às realidades locais e fortalecendo parcerias entre comunidades e os diferentes setores. Nós atuamos com parcerias estratégicas aliadas à sustentabilidade, conectando setores para ampliar o impacto positivo nas comunidades, promovendo integração entre desenvolvimento social e econômico, considerando a equidade e a inclusão como pilares fundamentais para o bem-estar coletivo.
Instituto Equatorial impulsiona bioeconomia na Amazônia com nova fase do Programa MUDA
No Amapá, cinco negócios foram contemplados e receberão investimentos para expansão dos empreendimentos.
O Instituto Equatorial, instituição do terceiro setor mantida com recursos do Grupo Equatorial, dá mais um passo em sua missão de promover o desenvolvimento sustentável na região amazônica com o avanço do Programa MUDA. A iniciativa, tem como propósito capacitar empreendedores comunitários para liderarem a transformação econômica sustentável no Amapá, fomentando negócios inovadores e lucrativos baseados na bioeconomia.
A proposta do programa é fortalecer um ecossistema de negócios que valoriza e utiliza de forma sustentável os recursos naturais da região, criando oportunidades de geração de renda e promovendo o desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais.
Na primeira fase, o Programa MUDA capacitou 30 empreendedores do Amapá por meio de cursos e workshops voltados à gestão eficiente e sustentável de seus negócios. Agora, na segunda fase o “Ciclo Nutrir”, cinco empreendimentos selecionados receberão investimentos diretos para expandir sua capacidade produtiva e de inovação.
Os negócios contemplados são:
- Amazon Bioprotein – melhora a qualidade de vida da população com produtos de boa forma originários da Amazônia.
- Vitrum – propõe soluções para aumentar a vida útil do vidro e reduzir o impacto do consumo.
- Golden Hands – leva sabores amazônicos que geram renda e ajudam na preservação da floresta.
- Açaí Faustina – transforma o caroço do açaí, levando o potencial da Amazônia ao mundo.
- Kupulatte – adoça momentos com o sabor e a autenticidade da floresta.
A bioeconomia é hoje um dos setores de maior potencial de crescimento no Brasil. Segundo o Instituto Escolhas, o mercado de produtos da sociobiodiversidade pode movimentar até R$ 284 bilhões por ano, caso receba investimentos adequados em infraestrutura, capacitação e acesso a mercados.
“Nosso compromisso com o empreendedorismo vai além do negócio, é sobre transformar realidades e criar oportunidades duradouras. Ao integrar capacitação técnica, redes de apoio e inovação social, fortalecemos empreendimentos de diferentes portes e segmentos, gerando valor econômico e social para as comunidades”, destaca Janaina Ali, coordenadora do Instituto Equatorial.
O Programa MUDA é realizado em parceria com o Via Floresta, organização que atua na estruturação de cadeias produtivas sustentáveis e na conexão entre produtores e mercados consumidores. Mais informações sobre a iniciativa e formas de participação estão disponíveis no site www.viafloresta.net.
Sobre o Instituto Equatorial
O Instituto Equatorial é legado do grupo que tem como missão contribuir para redução das desigualdades sociais nos territórios onde atuamos, adaptando soluções às realidades locais e fortalecendo parcerias entre comunidades e os diferentes setores.
Nós atuamos com parcerias estratégicas aliadas à sustentabilidade, conectando setores para ampliar o impacto positivo nas comunidades, promovendo integração entre desenvolvimento social e econômico, considerando a equidade e a inclusão como pilares fundamentais para o bem-estar coletivo.
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