Sonda da Petrobras deixa o RJ rumo ao Amapá para simulado na Margem Equatorial. . A sonda da Petrobras que será utilizada em um simulado de emergência na Bacia da Foz do Amazonas já deixou o Rio de Janeiro com destino à costa do Amapá. A informação foi confirmada nesta terça-feira, 10, pela presidente da companhia, Magda Chambriard. A previsão de chegada ao Amapá é entre o fim de junho e o início de julho. O simulado deve ocorrer na segunda quinzena de julho e representa a última etapa antes da análise final do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) sobre a concessão de licença para perfuração na Margem Equatorial. A Petrobras tenta há anos obter a autorização ambiental para realizar um poço exploratório na região, considerada promissora em reservas de petróleo, mas também cercada por preocupações socioambientais devido à sua proximidade com áreas sensíveis, como comunidades indígenas e reservas marinhas. A presidente da estatal afirmou recentemente à agência Reuters que mantém a expectativa de avançar com a simulação ainda no próximo mês. A decisão do Ibama é aguardada para definir os rumos da exploração petrolífera na bacia.
Sonda da Petrobras deixa o RJ rumo ao Amapá para simulado na Margem Equatorial
A sonda da Petrobras que será utilizada em um simulado de emergência na Bacia da Foz do Amazonas já deixou o Rio de Janeiro com destino à costa do Amapá. A informação foi confirmada nesta terça-feira, 10, pela presidente da companhia, Magda Chambriard. A previsão de chegada ao Amapá é entre o fim de junho e o início de julho.
O simulado deve ocorrer na segunda quinzena de julho e representa a última etapa antes da análise final do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) sobre a concessão de licença para perfuração na Margem Equatorial.
A Petrobras tenta há anos obter a autorização ambiental para realizar um poço exploratório na região, considerada promissora em reservas de petróleo, mas também cercada por preocupações socioambientais devido à sua proximidade com áreas sensíveis, como comunidades indígenas e reservas marinhas.
A presidente da estatal afirmou recentemente à agência Reuters que mantém a expectativa de avançar com a simulação ainda no próximo mês. A decisão do Ibama é aguardada para definir os rumos da exploração petrolífera na bacia.
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