MP-AP consegue que CEA Equatorial regularize fornecimento de energia elétrica em comunidades rurais de Pedra Branca. . O Ministério Público do Amapá (MP-AP) obteve uma decisão favorável do Poder Judiciário em uma Ação Civil Pública contra o Grupo CEA Equatorial. A ação, proposta pela promotora Carolina Pereira de Oliveira, visa resolver a falta de energia elétrica em comunidades rurais de Pedra Branca do Amapari, onde já existiam reclamações semelhantes. Em 2022, o MP-AP começou a investigar a situação. Em 2024, um morador da comunidade de São Sebastião do Cachaço denunciou que não havia fornecimento de energia elétrica, o que prejudicava suas atividades diárias e afetava sua dignidade. Após a denúncia, a promotoria tomou várias medidas, incluindo a abertura de um Procedimento Administrativo para acompanhar as políticas públicas e enviou ofícios à empresa solicitando esclarecimentos. Como a CEA Equatorial não cumpriu os prazos estabelecidos para regularizar o fornecimento de energia, o MP-AP realizou uma inspeção na comunidade e confirmou que os serviços não estavam sendo realizados. Nesse momento, a promotoria decidiu unificar os processos relacionados para agilizar a solução dos problemas nas comunidades de São Sebastião do Cachaço, Ramal do Cachaço, Jornal e Riozinho. Com base nas evidências apresentadas, na segunda quinzena de novembro, o juiz Roberval da Rocha Pacheco atendeu ao pedido do MP-AP e determinou que a CEA Equatorial tomasse as medidas necessárias para garantir a instalação e adequação do fornecimento de energia nas comunidades afetadas. Caso contrário, a empresa poderá ser multada diariamente. Por Mariléia Maciel
MP-AP consegue que CEA Equatorial regularize fornecimento de energia elétrica em comunidades rurais de Pedra Branca
O Ministério Público do Amapá (MP-AP) obteve uma decisão favorável do Poder Judiciário em uma Ação Civil Pública contra o Grupo CEA Equatorial. A ação, proposta pela promotora Carolina Pereira de Oliveira, visa resolver a falta de energia elétrica em comunidades rurais de Pedra Branca do Amapari, onde já existiam reclamações semelhantes.
Em 2022, o MP-AP começou a investigar a situação. Em 2024, um morador da comunidade de São Sebastião do Cachaço denunciou que não havia fornecimento de energia elétrica, o que prejudicava suas atividades diárias e afetava sua dignidade. Após a denúncia, a promotoria tomou várias medidas, incluindo a abertura de um Procedimento Administrativo para acompanhar as políticas públicas e enviou ofícios à empresa solicitando esclarecimentos.
Como a CEA Equatorial não cumpriu os prazos estabelecidos para regularizar o fornecimento de energia, o MP-AP realizou uma inspeção na comunidade e confirmou que os serviços não estavam sendo realizados. Nesse momento, a promotoria decidiu unificar os processos relacionados para agilizar a solução dos problemas nas comunidades de São Sebastião do Cachaço, Ramal do Cachaço, Jornal e Riozinho.
Com base nas evidências apresentadas, na segunda quinzena de novembro, o juiz Roberval da Rocha Pacheco atendeu ao pedido do MP-AP e determinou que a CEA Equatorial tomasse as medidas necessárias para garantir a instalação e adequação do fornecimento de energia nas comunidades afetadas. Caso contrário, a empresa poderá ser multada diariamente.
Por Mariléia Maciel
🔥 As notícias do dia chegam até você!
Entre no canal oficial no WhatsApp: 📲
Link de Acesso
📰 Assine Grátis o Jornal O GUARANI
Inscreva-se na nossa Newsletter e tenha o Jornal O GUARANI direto no seu WhatsApp ou e-mail.
Veja notícias relacionadas
Eleitor escolherá dois senadores neste ano; veja como votar
Leia a NotíciaParticipantes de sessão cobram avaliação biopsicossocial de PCDs
Leia a NotíciaEleições 2026: eleitores de todo o país irão às urnas em horário unificado, seguindo fuso de Brasília
Leia a Notícia