Amapá recebe sessão do Cinema em Movimento - Circuito Universitário nesta quinta-feira, 28. . Os municípios de Santana e Macapá serão palco do Cinema em Movimento - Circuito Universitário, nos dias 26 e 28 de novembro. A mostra de filmes sobre Direitos Humanos teve início em julho e promoverá sessões de filmes seguidas de debates em universidades e instituições de ensino de todo o Brasil até janeiro de 2025. Todas as exibições são gratuitas e abertas ao público. Cinco filmes fazem parte desta edição, como os longas Olha pra Elas, da diretora Tatiana Sager, Para Onde Voam as Feiticeiras, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral e Rio, Negro, de Fernando Sousa e Gabriel Barbosa, além dos curtas-metragens Vãnh gõ tõ Laklãnõ, de Barbara Pettres, Flávia Person e Walderes Coctá Priprá, e Vozes Negras, de Isabela Ferreira, Karime Pereira, Maria Eliane Alves. As sessões no Amapá serão realizadas respectivamente na Escola Estadual José Ribamar Pestana, com exibição do filme Olha pra Elas, e na Universidade Federal do Amapá, onde será exibido Rio, Negro. Em dezembro já estão marcadas sessões no Rio de Janeiro (RJ), em Goiânia (GO), Recife (PE), Florianópolis (SC), Itabaiana (SE), Porto Alegre e Santa Maria (RS). Para a realização da mostra, foram selecionados universitários das 26 capitais do país e do Distrito Federal. Eles são os ‘agentes mobilizadores’ em suas cidades e têm a responsabilidade de organizar um total de 405 sessões presenciais e 135 lives em suas páginas no Instagram até o final do projeto. O responsável pelo Cinema em Movimento no Amapá é o estudante de Artes Visuais, na UFAP, Igor Cardoso Santana, de 24 anos de idade. Até dezembro, ele terá que realizar um total de 10 exibições de filmes, seguidos de debates, além de 5 lives com a participação de especialistas na área da educação, cinema e direitos humanos. Os debates online serão realizados por meio de lives nas páginas dos agentes mobilizadores e todos os cinco filmes ficarão disponíveis em um link no perfil da MPC Filmes no Instagram (@mpcfilmes). Realizado desde 2000 pela MPC Filmes, a mostra tem o objetivo de fomentar, no ambiente acadêmico, o diálogo e a reflexão sobre questões de interesse nacional abordadas nas obras exibidas. “Acreditamos no poder de informação do cinema. Mais do que uma simples exibição de filmes, a Mostra é um espaço de ampla comunicabilidade, constituindo-se um eficaz instrumento de divulgação e multiplicação de mensagens”, diz Luciana Boal, diretora da MPC Filmes. O Cinema em Movimento é hoje o maior projeto de difusão não comercial de cinema da América Latina. Organiza circuitos de exibição gratuita de filmes de longa, média e curta-metragem, da recente produção brasileira em espaços públicos, escolas e universidades nas 27 unidades da federação. Atualmente, o Cinema em Movimento - Circuito Universitário conta com patrocínio da Petrobras, através do programa Petrobras Cultural, que foi remodelado fortalecendo as ações para o audiovisual e o cinema brasileiro. Sobre a Petrobras: A Petrobras conta atualmente com um conjunto de patrocínios composto por mais de 80 projetos, que se fazem presentes em todos os Estados brasileiros. O Programa Petrobras Cultural é referência em presença institucional na cultura, mantendo perfil sempre inovador. Em 2023, a partir da comemoração dos 70 anos da Petrobras, o Programa passou por uma grande remodelação, com novos projetos prospectados e parcerias retomadas. A partir desta nova versão do Programa, a companhia também lançou a Seleção Petrobras Cultural – Novos Eixos em 2024, a maior de sua história. Confira a agenda das próximas sessões no Amapá: Dia 26/11, terça-feira, às 14h Filme: Olha pra Elas Local: Escola Estadual José Ribamar Pestana Endereço: Av. Palmira Miranda Andrade, 540 - Nova Brasília, Santana - AP 28/11, quinta-feira, às 16h Filme: Rio, Negro Local: Universidade Federal do Amapá Endereço: Auditório da Biblioteca - Rod. Josmar Chaves Pinto, km 02 - Jardim Marco Zero, Macapá - AP SINOPSES Longas-metragens Olha Pra Elas, de Tatiana Sager (Doc., RS, 2020, 75 min. 14 anos.) O documentário acompanha o que Adelaide, Tatiane, Catia, Naiane e Roselaine têm em comum: o fato de serem mães e viverem longe dos filhos, além da condição de estarem aprisionadas. Cada uma dessas histórias de vida, mesmo com suas particularidades, representa uma questão de gênero e a realidade de mais de 40 mil mulheres brasileiras. Através dos relatos das protagonistas, é possível observar as graves consequências das omissões do Estado em relação ao encarceramento feminino, como carência de material de higiene pessoal, deficiências nos atendimentos de assistência social, psicológico e psiquiátrico e a falta de informações sobre os filhos que ficaram do lado de fora. Trailer: https://drive.google.com/drive/folders/1EbFvkIHNrToZ2FdmWzdPHwTv4Hz_VW8R Para Onde Voam as Feiticeiras, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral (Doc., SP, 2024, 88 min. 14 anos.) Para onde voam as feiticeiras acompanha a deriva de encenações e improvisos de sete artistas pelas ruas do centro de São Paulo em uma experiência cinematográfica que torna visível a persistência de preconceitos arcaicos de gênero e raça no imaginário comum. No centro desta narrativa polifônica está a importância da resistência política através das alianças de luta comum entre coletivos LGBTQIA+, negritude, indígenas e trabalhadores sem teto. Trailer: https://drive.google.com/file/d/1anb0Q_7_UI4527eRyyxqJR0L2F4y0whc/view Rio, Negro, de Fernando Sousa e Gabriel Barbosa (doc., RJ, 2023, 98 min. 12 anos.) O documentário apresenta um olhar possível para a história do Rio de Janeiro, assentado na presença e contribuição da população negra de origem africana na formação da cidade. A partir de entrevistas e amplo material de arquivo, a narrativa busca desvelar como a população negra forjou trajetórias individuais e laços comunitários em uma cidade-diáspora marcada pelas disputas em torno do projeto “civilizatório” das elites brancas. Rio, Negro confere centralidade a esse debate, articulando o ideário racista, a transferência da capital para Brasília e suas consequências político-institucionais para o Rio de Janeiro. Trailer: https://drive.google.com/file/d/1o9RkTK77WmvDV_o1JMpvOjRIZd1F0hup/view Curtas-Metragens Vãnh gõ tõ Laklãnõ (doc., RS, 2022, 25 min. 12 anos.) De Barbara Pettres, Flávia Person e Walderes Coctá Priprá Uma arqueóloga, um poeta, um pastor e kujá, uma professora e um cantor de rap remontam a história do seu povo, os Laklãnõ/Xokleng, habitantes do sul do Brasil: o tempo do mato, a quase extinção, a retomada da língua e da cultura e o protagonismo político. Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=AX1giw-b62g Vozes Negras (doc., RJ, 2019, 17 min.) De Isabela Ferreira, Karime Pereira, Maria Eliane Alves, A partir de entrevistas disponibilizadas pelo acervo CPDOC sobre o movimento negro nacional, o documentário explora o percurso empreendido pelas mulheres negras na militância e a luta contra desigualdades raciais e de gênero, dentro e fora do movimento, agora, protagonistas da própria história. Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=xKCoD7dHJnw Acompanhe as lives nas páginas da MPC Filmes e dos agentes mobilizadores: MPC Filmes: @mpcfilmes (Facebook e Instagram) Acre: Julia Eloisy - @jujuxlia Alagoas: Pedro Henrique Silva: @pedroo.henriq Amapá: Igor Santana: @i6or__ Amazonas: Syd Elliot Bahia: João Vitor dos Santos: @sodoisdesse Ceará: Carla Barros: @carlacassy_ Distrito Federal: Yuri Nascimento: @ysatoriello Espírito Santo: Alessandro Pereira: @alesnves Goiás: Thiago de Souza: @thiagoalecrims Maranhão: Talysson Bastos: @bastost_ Mato Grosso: Nathália de Morais: @nathshizuka Mato Grosso do Sul: Lívia Portilho Minas Gerais: Mateus Machado: @mateusgontijo99 Pará: João Carlos Nascimento: @juju.wanz Paraíba: Manoela Huck: @manoelahuck Paraná: Eduarda Veroneze: @creaturamutabilis Pernambuco: Julia Britto: @julia_akino Piaui: Natanael Oliveira: @_oliveiranatan_ Rio de Janeiro: Ana Carolina Figueira: @ana.carolsf Rio Grande do Norte: Auana Lima: @contatoauana Rio Grande do Sul: Taiane Souza: @taiwendland_ Roraima: Khauane Farias: @_imensidade Rondônia: Ana Carolina Guerra: @anaxsnts Santa Catarina: Mari Alves Sanches Valverde: @cinemovimentosc São Paulo: Carlos Eduardo Conceição: @grrlos Sergipe: Nalberth Batista: @n4lberth Tocantins: Anny Karolyne: @prof.karoline.ribeir0 Por Marcelle Braga
Amapá recebe sessão do Cinema em Movimento - Circuito Universitário nesta quinta-feira, 28
Os municípios de Santana e Macapá serão palco do Cinema em Movimento - Circuito Universitário, nos dias 26 e 28 de novembro. A mostra de filmes sobre Direitos Humanos teve início em julho e promoverá sessões de filmes seguidas de debates em universidades e instituições de ensino de todo o Brasil até janeiro de 2025. Todas as exibições são gratuitas e abertas ao público.
Cinco filmes fazem parte desta edição, como os longas Olha pra Elas, da diretora Tatiana Sager, Para Onde Voam as Feiticeiras, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral e Rio, Negro, de Fernando Sousa e Gabriel Barbosa, além dos curtas-metragens Vãnh gõ tõ Laklãnõ, de Barbara Pettres, Flávia Person e Walderes Coctá Priprá, e Vozes Negras, de Isabela Ferreira, Karime Pereira, Maria Eliane Alves.
As sessões no Amapá serão realizadas respectivamente na Escola Estadual José Ribamar Pestana, com exibição do filme Olha pra Elas, e na Universidade Federal do Amapá, onde será exibido Rio, Negro. Em dezembro já estão marcadas sessões no Rio de Janeiro (RJ), em Goiânia (GO), Recife (PE), Florianópolis (SC), Itabaiana (SE), Porto Alegre e Santa Maria (RS).
Para a realização da mostra, foram selecionados universitários das 26 capitais do país e do Distrito Federal. Eles são os ‘agentes mobilizadores’ em suas cidades e têm a responsabilidade de organizar um total de 405 sessões presenciais e 135 lives em suas páginas no Instagram até o final do projeto.
O responsável pelo Cinema em Movimento no Amapá é o estudante de Artes Visuais, na UFAP, Igor Cardoso Santana, de 24 anos de idade. Até dezembro, ele terá que realizar um total de 10 exibições de filmes, seguidos de debates, além de 5 lives com a participação de especialistas na área da educação, cinema e direitos humanos. Os debates online serão realizados por meio de lives nas páginas dos agentes mobilizadores e todos os cinco filmes ficarão disponíveis em um link no perfil da MPC Filmes no Instagram (@mpcfilmes).
Realizado desde 2000 pela MPC Filmes, a mostra tem o objetivo de fomentar, no ambiente acadêmico, o diálogo e a reflexão sobre questões de interesse nacional abordadas nas obras exibidas. “Acreditamos no poder de informação do cinema. Mais do que uma simples exibição de filmes, a Mostra é um espaço de ampla comunicabilidade, constituindo-se um eficaz instrumento de divulgação e multiplicação de mensagens”, diz Luciana Boal, diretora da MPC Filmes.
O Cinema em Movimento é hoje o maior projeto de difusão não comercial de cinema da América Latina. Organiza circuitos de exibição gratuita de filmes de longa, média e curta-metragem, da recente produção brasileira em espaços públicos, escolas e universidades nas 27 unidades da federação.
Atualmente, o Cinema em Movimento - Circuito Universitário conta com patrocínio da Petrobras, através do programa Petrobras Cultural, que foi remodelado fortalecendo as ações para o audiovisual e o cinema brasileiro.
Sobre a Petrobras: A Petrobras conta atualmente com um conjunto de patrocínios composto por mais de 80 projetos, que se fazem presentes em todos os Estados brasileiros. O Programa Petrobras Cultural é referência em presença institucional na cultura, mantendo perfil sempre inovador. Em 2023, a partir da comemoração dos 70 anos da Petrobras, o Programa passou por uma grande remodelação, com novos projetos prospectados e parcerias retomadas. A partir desta nova versão do Programa, a companhia também lançou a Seleção Petrobras Cultural – Novos Eixos em 2024, a maior de sua história.
Confira a agenda das próximas sessões no Amapá:
Dia 26/11, terça-feira, às 14h
Filme: Olha pra Elas
Local: Escola Estadual José Ribamar Pestana
Endereço: Av. Palmira Miranda Andrade, 540 - Nova Brasília, Santana - AP
28/11, quinta-feira, às 16h
Filme: Rio, Negro
Local: Universidade Federal do Amapá
Endereço: Auditório da Biblioteca - Rod. Josmar Chaves Pinto, km 02 - Jardim Marco Zero, Macapá - AP
SINOPSES
Longas-metragens
Olha Pra Elas, de Tatiana Sager (Doc., RS, 2020, 75 min. 14 anos.)
O documentário acompanha o que Adelaide, Tatiane, Catia, Naiane e Roselaine têm em comum: o fato de serem mães e viverem longe dos filhos, além da condição de estarem aprisionadas. Cada uma dessas histórias de vida, mesmo com suas particularidades, representa uma questão de gênero e a realidade de mais de 40 mil mulheres brasileiras. Através dos relatos das protagonistas, é possível observar as graves consequências das omissões do Estado em relação ao encarceramento feminino, como carência de material de higiene pessoal, deficiências nos atendimentos de assistência social, psicológico e psiquiátrico e a falta de informações sobre os filhos que ficaram do lado de fora.
Trailer: https://drive.google.com/drive/folders/1EbFvkIHNrToZ2FdmWzdPHwTv4Hz_VW8R
Para Onde Voam as Feiticeiras, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral (Doc., SP, 2024, 88 min. 14 anos.)
Para onde voam as feiticeiras acompanha a deriva de encenações e improvisos de sete artistas pelas ruas do centro de São Paulo em uma experiência cinematográfica que torna visível a persistência de preconceitos arcaicos de gênero e raça no imaginário comum. No centro desta narrativa polifônica está a importância da resistência política através das alianças de luta comum entre coletivos LGBTQIA+, negritude, indígenas e trabalhadores sem teto.
Trailer: https://drive.google.com/file/d/1anb0Q_7_UI4527eRyyxqJR0L2F4y0whc/view
Rio, Negro, de Fernando Sousa e Gabriel Barbosa (doc., RJ, 2023, 98 min. 12 anos.)
O documentário apresenta um olhar possível para a história do Rio de Janeiro, assentado na presença e contribuição da população negra de origem africana na formação da cidade. A partir de entrevistas e amplo material de arquivo, a narrativa busca desvelar como a população negra forjou trajetórias individuais e laços comunitários em uma cidade-diáspora marcada pelas disputas em torno do projeto “civilizatório” das elites brancas. Rio, Negro confere centralidade a esse debate, articulando o ideário racista, a transferência da capital para Brasília e suas consequências político-institucionais para o Rio de Janeiro.
Trailer: https://drive.google.com/file/d/1o9RkTK77WmvDV_o1JMpvOjRIZd1F0hup/view
Curtas-Metragens
Vãnh gõ tõ Laklãnõ (doc., RS, 2022, 25 min. 12 anos.)
De Barbara Pettres, Flávia Person e Walderes Coctá Priprá
Uma arqueóloga, um poeta, um pastor e kujá, uma professora e um cantor de rap remontam a história do seu povo, os Laklãnõ/Xokleng, habitantes do sul do Brasil: o tempo do mato, a quase extinção, a retomada da língua e da cultura e o protagonismo político.
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=AX1giw-b62g
Vozes Negras (doc., RJ, 2019, 17 min.)
De Isabela Ferreira, Karime Pereira, Maria Eliane Alves,
A partir de entrevistas disponibilizadas pelo acervo CPDOC sobre o movimento negro nacional, o documentário explora o percurso empreendido pelas mulheres negras na militância e a luta contra desigualdades raciais e de gênero, dentro e fora do movimento, agora, protagonistas da própria história.
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=xKCoD7dHJnw
Acompanhe as lives nas páginas da MPC Filmes e dos agentes mobilizadores:
MPC Filmes: @mpcfilmes (Facebook e Instagram)
Acre: Julia Eloisy - @jujuxlia
Alagoas: Pedro Henrique Silva: @pedroo.henriq
Amapá: Igor Santana: @i6or__
Amazonas: Syd Elliot
Bahia: João Vitor dos Santos: @sodoisdesse
Ceará: Carla Barros: @carlacassy_
Distrito Federal: Yuri Nascimento: @ysatoriello
Espírito Santo: Alessandro Pereira: @alesnves
Goiás: Thiago de Souza: @thiagoalecrims
Maranhão: Talysson Bastos: @bastost_
Mato Grosso: Nathália de Morais: @nathshizuka
Mato Grosso do Sul: Lívia Portilho
Minas Gerais: Mateus Machado: @mateusgontijo99
Pará: João Carlos Nascimento: @juju.wanz
Paraíba: Manoela Huck: @manoelahuck
Paraná: Eduarda Veroneze: @creaturamutabilis
Pernambuco: Julia Britto: @julia_akino
Piaui: Natanael Oliveira: @_oliveiranatan_
Rio de Janeiro: Ana Carolina Figueira: @ana.carolsf
Rio Grande do Norte: Auana Lima: @contatoauana
Rio Grande do Sul: Taiane Souza: @taiwendland_
Roraima: Khauane Farias: @_imensidade
Rondônia: Ana Carolina Guerra: @anaxsnts
Santa Catarina: Mari Alves Sanches Valverde: @cinemovimentosc
São Paulo: Carlos Eduardo Conceição: @grrlos
Sergipe: Nalberth Batista: @n4lberth
Tocantins: Anny Karolyne: @prof.karoline.ribeir0
Por Marcelle Braga
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