Amprev faz busca ativa do censo previdenciário em aldeia Wajãpi, em Pedra Branca do Amapari. Equipes localizaram beneficiários dependentes de professor já falecido, que têm direito a receber pensão.. O levantamento da Amapá Previdência (Amprev) de servidores civis, militares, aposentados e pensionistas segue em todo o estado até o dia 30 de outubro. A busca ativa percorre áreas como a aldeia Wajãpi, no município de Pedra Branca do Amapari, para garantir que beneficiários de um professor já falecido, possam receber a pensão que têm direito. O trabalho na aldeia foi realizado pela equipe da Futura Tecnologia, empresa parceira do Censo e contou com autorização e acompanhamento da Fundação Nacional do Índio (Funai). "A atuação conjunta entre as instituições é o compromisso com a eficiência, transparência e eficácia, pilares fundamentais da Amprev na prestação de serviços aos segurados, aposentados e pensionistas", ressaltou o diretor-presidente da Amapá Previdência, Jocildo Lemos. Amprev atualizou o cadastro de beneficiários de um professor já falecido que tem direito à pensão - Foto: Divulgação/Amprev O Censo Previdenciário auxilia o Governo do Estado a ter um retrato fiel da quantidade de trabalhadores ativos e inativos. Cerca de 95% dos aposentados e pensionistas e 75% dos servidores da ativa já participaram do recenseamento. O representante da Futura Tecnologia, Diego Barros, destacou a experiência única de sair do ambiente urbano para realizar o atendimento em uma comunidade indígena. A presença da equipe na aldeia garantiu que todos os pensionistas pudessem realizar o Censo, assegurando seus direitos previdenciários. Diego Barros, responsável pelo Censo da Futura Tecnologia - Foto: Divulgação/Amprev "Foi uma oportunidade de manter contato com o povo Wajãpi e levar a eles um atendimento essencial que, sem nossa presença, seria extremamente difícil de acontecer. Um dos recenseados compartilhou que, anteriormente, já havia levado alguns segurados à sede da Amprev em Macapá, mas a visita da equipe na aldeia foi crucial, porque muitos vivem em áreas isoladas e enfrentam dificuldades para se deslocar até a capital", pontuou Barros. A busca ativa do Censo Previdenciário da Amprev segue uma abordagem mais humanizada, para garantir que todos os beneficiários, em qualquer parte do estado, sejam atendidos de forma justa e eficiente. Por Wedson Castro
Amprev faz busca ativa do censo previdenciário em aldeia Wajãpi, em Pedra Branca do Amapari
Equipes localizaram beneficiários dependentes de professor já falecido, que têm direito a receber pensão.
O levantamento da Amapá Previdência (Amprev) de servidores civis, militares, aposentados e pensionistas segue em todo o estado até o dia 30 de outubro. A busca ativa percorre áreas como a aldeia Wajãpi, no município de Pedra Branca do Amapari, para garantir que beneficiários de um professor já falecido, possam receber a pensão que têm direito.
O trabalho na aldeia foi realizado pela equipe da Futura Tecnologia, empresa parceira do Censo e contou com autorização e acompanhamento da Fundação Nacional do Índio (Funai).
"A atuação conjunta entre as instituições é o compromisso com a eficiência, transparência e eficácia, pilares fundamentais da Amprev na prestação de serviços aos segurados, aposentados e pensionistas", ressaltou o diretor-presidente da Amapá Previdência, Jocildo Lemos.
Amprev atualizou o cadastro de beneficiários de um professor já falecido que tem direito à pensão - Foto: Divulgação/Amprev
O Censo Previdenciário auxilia o Governo do Estado a ter um retrato fiel da quantidade de trabalhadores ativos e inativos. Cerca de 95% dos aposentados e pensionistas e 75% dos servidores da ativa já participaram do recenseamento.
O representante da Futura Tecnologia, Diego Barros, destacou a experiência única de sair do ambiente urbano para realizar o atendimento em uma comunidade indígena. A presença da equipe na aldeia garantiu que todos os pensionistas pudessem realizar o Censo, assegurando seus direitos previdenciários.

Diego Barros, responsável pelo Censo da Futura Tecnologia - Foto: Divulgação/Amprev
"Foi uma oportunidade de manter contato com o povo Wajãpi e levar a eles um atendimento essencial que, sem nossa presença, seria extremamente difícil de acontecer. Um dos recenseados compartilhou que, anteriormente, já havia levado alguns segurados à sede da Amprev em Macapá, mas a visita da equipe na aldeia foi crucial, porque muitos vivem em áreas isoladas e enfrentam dificuldades para se deslocar até a capital", pontuou Barros.
A busca ativa do Censo Previdenciário da Amprev segue uma abordagem mais humanizada, para garantir que todos os beneficiários, em qualquer parte do estado, sejam atendidos de forma justa e eficiente.
Por Wedson Castro
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