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Os Outros de Um

Os Outros de Um


O que o outro dizia era sincera poesia,
enquanto outro rugia palavras em um surto de ira.

O outro sentia,
e o outro apenas seguia o que lhe apetecia.

O outro era genuína bondade;
outro, no entanto, não conhecia piedade
e, aos poucos, sucumbia.

Ao passo que um crescia,
o outro desaparecia,
e assim, naquele que vencia, refulgia a paz: a sabedoria.

Todo o inverso do amor, o outro — sobrevivente — desobedecia…

E, enfim, o seu universo inteiro esplendia.

Foto: Laura Rodrigues


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Articulista/Colunista

Laura Rodrigues

Poetiza

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