Amapá: a nova fronteira do petróleo no Brasil. . O Ibama autorizou a Petrobras a realizar pesquisas exploratórias na plataforma marítima do Amapá, com a perfuração de três a quatro poços. A área é considerada estratégica para o futuro da produção nacional de petróleo e gás, com base nos resultados positivos obtidos na Guiana e no Suriname. A expectativa é que o Amapá se consolide como nova fronteira energética do país nas próximas duas décadas. Segundo estimativas da Petrobras e da Agência Nacional do Petróleo (ANP), a produção nacional, que hoje ultrapassa 5 milhões de barris por dia, sendo mais de 4 milhões oriundos do pré-sal, pode começar a declinar entre 2030 e 2031. Diante disso, a Margem Equatorial surge como alternativa para manter a capacidade produtiva do setor. Empresas como Equinor, Shell, Galp e Repsol Sinopec já demonstram interesse na região e participarão da OTC Rio, evento internacional que discute parcerias e tecnologias no setor. Apesar de críticas ambientais, especialistas ressaltam que a matriz energética brasileira é majoritariamente renovável, com base em hidrelétricas, eólica e solar. A exploração no Amapá, segundo o setor, não aumentaria significativamente as emissões de CO₂, ao contrário de grandes economias como China, Índia e Estados Unidos, que dependem fortemente de carvão e petróleo. A expectativa é que a nova fronteira opere em um período de cinco a oito anos, acompanhada de investimentos em transição energética e controle ambiental. Com informações/Jornal do Brasil
O Ibama autorizou a Petrobras a realizar pesquisas exploratórias na plataforma marítima do Amapá, com a perfuração de três a quatro poços. A área é considerada estratégica para o futuro da produção nacional de petróleo e gás, com base nos resultados positivos obtidos na Guiana e no Suriname. A expectativa é que o Amapá se consolide como nova fronteira energética do país nas próximas duas décadas.
Segundo estimativas da Petrobras e da Agência Nacional do Petróleo (ANP), a produção nacional, que hoje ultrapassa 5 milhões de barris por dia, sendo mais de 4 milhões oriundos do pré-sal, pode começar a declinar entre 2030 e 2031. Diante disso, a Margem Equatorial surge como alternativa para manter a capacidade produtiva do setor. Empresas como Equinor, Shell, Galp e Repsol Sinopec já demonstram interesse na região e participarão da OTC Rio, evento internacional que discute parcerias e tecnologias no setor.
Apesar de críticas ambientais, especialistas ressaltam que a matriz energética brasileira é majoritariamente renovável, com base em hidrelétricas, eólica e solar. A exploração no Amapá, segundo o setor, não aumentaria significativamente as emissões de CO₂, ao contrário de grandes economias como China, Índia e Estados Unidos, que dependem fortemente de carvão e petróleo.
A expectativa é que a nova fronteira opere em um período de cinco a oito anos, acompanhada de investimentos em transição energética e controle ambiental.
Com informações/Jornal do Brasil
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