Operação Protetor: PC indicia dois indivíduos por incêndio florestal e caça ilegal. . Nesta quarta-feira, 22, a Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente (DEMA), concluiu um inquérito policial que resultou no indiciamento de dois indivíduos por crimes previstos na legislação ambiental e no Estatuto do Desarmamento. A investigação teve início durante ações da Operação Protetor dos Biomas, na zona rural de Pracuúba, e revelou a prática de incêndio florestal para facilitar a caça clandestina de animais silvestres. A equipe policial deslocou-se até uma área de queimada, próxima à Comunidade do Breu, após alertas emitidos pelo Programa Brasil Mais. Durante as diligências, foi constatado que o fogo teria sido utilizado para capturar tracajás e seus ovos, sem autorização, prática ilegal que ameaça a fauna nativa e causa danos à vegetação. Dois homens foram apontados por moradores como responsáveis por caçadas recorrentes usando essa técnica. Na área do ramal que dá acesso ao local, a equipe abordou um dos investigados, que retornava da região de mata transportando ovos de tracajá. Minutos depois, o segundo suspeito tentou fugir ao avistar os policiais, abandonando a motocicleta e se embrenhando na vegetação. Ele carregava uma arma de fogo e uma caixa de isopor com tracajás vivos e mais ovos. Diante dos fatos, ambos foram indiciados por crimes relacionados à caça ilegal, destruição de área protegida e incêndio florestal, previstos no art. 38, 41 e 29, todos da Lei de Crimes Ambientais. Um deles também responderá por porte ilegal de arma de fogo. De acordo com o Delegado Wellington Ferraz, Titular da DEMA, essa investigação foi fundamental para dar uma resposta a todos que colocam fogo de maneira criminosa em beira de lago/rios, queimando e destruindo areas de APP, e leva prejuizo para empreendedores rurais da região. A Polícia Civil ressaltou a gravidade dos danos ambientais, especialmente pela combinação do incêndio florestal com a caça predatória. O caso será encaminhado ao Ministério Público para as providências judiciais cabíveis. Ascom/Polícia Civil
Operação Protetor: PC indicia dois indivíduos por incêndio florestal e caça ilegal
Nesta quarta-feira, 22, a Polícia Civil do Estado do Amapá, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Meio Ambiente (DEMA), concluiu um inquérito policial que resultou no indiciamento de dois indivíduos por crimes previstos na legislação ambiental e no Estatuto do Desarmamento.
A investigação teve início durante ações da Operação Protetor dos Biomas, na zona rural de Pracuúba, e revelou a prática de incêndio florestal para facilitar a caça clandestina de animais silvestres.
A equipe policial deslocou-se até uma área de queimada, próxima à Comunidade do Breu, após alertas emitidos pelo Programa Brasil Mais.
Durante as diligências, foi constatado que o fogo teria sido utilizado para capturar tracajás e seus ovos, sem autorização, prática ilegal que ameaça a fauna nativa e causa danos à vegetação.
Dois homens foram apontados por moradores como responsáveis por caçadas recorrentes usando essa técnica.
Na área do ramal que dá acesso ao local, a equipe abordou um dos investigados, que retornava da região de mata transportando ovos de tracajá. Minutos depois, o segundo suspeito tentou fugir ao avistar os policiais, abandonando a motocicleta e se embrenhando na vegetação. Ele carregava uma arma de fogo e uma caixa de isopor com tracajás vivos e mais ovos.
Diante dos fatos, ambos foram indiciados por crimes relacionados à caça ilegal, destruição de área protegida e incêndio florestal, previstos no art. 38, 41 e 29, todos da Lei de Crimes Ambientais. Um deles também responderá por porte ilegal de arma de fogo.
De acordo com o Delegado Wellington Ferraz, Titular da DEMA, essa investigação foi fundamental para dar uma resposta a todos que colocam fogo de maneira criminosa em beira de lago/rios, queimando e destruindo areas de APP, e leva prejuizo para empreendedores rurais da região.
A Polícia Civil ressaltou a gravidade dos danos ambientais, especialmente pela combinação do incêndio florestal com a caça predatória. O caso será encaminhado ao Ministério Público para as providências judiciais cabíveis.
Ascom/Polícia Civil
🔥 As notícias do dia chegam até você!
Entre no canal oficial no WhatsApp: 📲
Link de Acesso
📰 Assine Grátis o Jornal O GUARANI
Inscreva-se na nossa Newsletter e tenha o Jornal O GUARANI direto no seu WhatsApp ou e-mail.
Contribua. Comente!
O que achou desta notícia?