PF investiga comércio irregular de produtos eletrônicos em Macapá. Estima-se que a empresa movimentou aproximadamente R$ 2 milhões entre 2021 e 2023.. Macapá/AP. Na manhã desta quarta-feira (15/10), a Polícia Federal, com o apoio da Receita Federal, deflagrou a Operação Timeline, com o objetivo de cumprir mandado de busca e apreensão na capital amapaense. A ação visa desarticular um esquema de comercialização irregular de produtos eletrônicos de procedência estrangeira, realizado por empresa que atuava de forma física e virtual, sem regularização fiscal e utilizando indevidamente o CNPJ de terceiros. A investigação teve início após a identificação de possíveis irregularidades na atuação de uma empresa que comercializava produtos eletrônicos a preços muito abaixo do mercado, especialmente por meio de um perfil em rede social. Diante dos indícios, foi instaurado inquérito policial para apurar a origem das mercadorias e a regularidade fiscal das transações. As apurações revelaram que a empresa vendia aparelhos eletrônicos de origem estrangeira sem documentação fiscal idônea, utilizando-se de uma empresa de fachada e de CNPJ de terceiro para mascarar as operações. O esquema funcionava por meio de vendas presenciais e virtuais, com pagamentos direcionados a uma empresa cuja atividade declarada correspondia a serviços de estética, o que permitia ocultar a real origem das mercadorias e evitar o recolhimento de tributos. Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 19 anos de reclusão, além do pagamento de multa. Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
PF investiga comércio irregular de produtos eletrônicos em Macapá
Estima-se que a empresa movimentou aproximadamente R$ 2 milhões entre 2021 e 2023.
Macapá/AP. Na manhã desta quarta-feira (15/10), a Polícia Federal, com o apoio da Receita Federal, deflagrou a Operação Timeline, com o objetivo de cumprir mandado de busca e apreensão na capital amapaense. A ação visa desarticular um esquema de comercialização irregular de produtos eletrônicos de procedência estrangeira, realizado por empresa que atuava de forma física e virtual, sem regularização fiscal e utilizando indevidamente o CNPJ de terceiros.
A investigação teve início após a identificação de possíveis irregularidades na atuação de uma empresa que comercializava produtos eletrônicos a preços muito abaixo do mercado, especialmente por meio de um perfil em rede social. Diante dos indícios, foi instaurado inquérito policial para apurar a origem das mercadorias e a regularidade fiscal das transações.
As apurações revelaram que a empresa vendia aparelhos eletrônicos de origem estrangeira sem documentação fiscal idônea, utilizando-se de uma empresa de fachada e de CNPJ de terceiro para mascarar as operações. O esquema funcionava por meio de vendas presenciais e virtuais, com pagamentos direcionados a uma empresa cuja atividade declarada correspondia a serviços de estética, o que permitia ocultar a real origem das mercadorias e evitar o recolhimento de tributos.
Os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 19 anos de reclusão, além do pagamento de multa.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
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