Com 400 trabalhadores em regime de embarque e nova rota aérea para Oiapoque, petróleo aquece economia do Amapá. Articulação do Governo do Estado com Petrobras e Azul Linhas Aéreas movimenta rede hoteleira, gastronômica e de serviços no Amapá.. Em entrevista ao programa Estação CBN, da rádio CBN, nesta quarta-feira, 15, o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá), Wandenberg Pitaluga Filho, destacou os impactos econômicos iniciais da atividade petrolífera no estado. O gestor enfatizou a criação da rota aérea entre Macapá e Oiapoque, resultado da articulação entre o Governo do Amapá, o senador Davi Alcolumbre, a Petrobras e a Azul Linhas Aéreas.Segundo Pitaluga, a nova malha aérea é utilizada para o transporte de trabalhadores envolvidos na pesquisa de exploração de petróleo na Margem Equatorial. Atualmente, cerca de 400 colaboradores atuam no regime de embarque para a prospecção na costa amapaense. Anteriormente, o deslocamento ocorria a partir de Belém, o que limitava os impactos diretos da operação no estado.Com a reestruturação logística, o fluxo de voos semanais entre Macapá e Oiapoque tem contribuído para aquecer setores como hotelaria, alimentação e serviços.“O Governo realizou uma articulação com a Petrobras visando movimentar a rede hoteleira e os restaurantes, além de demonstrar nossa capacidade operacional. Os impactos relacionados a esta indústria já estão sendo sentidos no Amapá”, afirmou o presidente da Agência.Presidente da Agência Amapá, Wandenberg Pitaluga Filho, em entrevista ao programa Estação CBNFoto: Brenno Brazão/Agência AmapáDurante a entrevista, Pitaluga ressaltou o potencial econômico da exploração petrolífera na região da Foz do Amazonas. De acordo com estimativas mencionadas pelo gestor, a área possui potencial de reservas expressivo, volume que, segundo ele, tem capacidade de transformar significativamente a economia local.“Fala-se em um volume capaz de gerar uma transformação econômica profunda, comparável a grandes polos de desenvolvimento, em termos de pujança”, declarou.
Com 400 trabalhadores em regime de embarque e nova rota aérea para Oiapoque, petróleo aquece economia do Amapá
Articulação do Governo do Estado com Petrobras e Azul Linhas Aéreas movimenta rede hoteleira, gastronômica e de serviços no Amapá.
Em entrevista ao programa Estação CBN, da rádio CBN, nesta quarta-feira, 15, o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá), Wandenberg Pitaluga Filho, destacou os impactos econômicos iniciais da atividade petrolífera no estado. O gestor enfatizou a criação da rota aérea entre Macapá e Oiapoque, resultado da articulação entre o Governo do Amapá, o senador Davi Alcolumbre, a Petrobras e a Azul Linhas Aéreas.
Segundo Pitaluga, a nova malha aérea é utilizada para o transporte de trabalhadores envolvidos na pesquisa de exploração de petróleo na Margem Equatorial. Atualmente, cerca de 400 colaboradores atuam no regime de embarque para a prospecção na costa amapaense. Anteriormente, o deslocamento ocorria a partir de Belém, o que limitava os impactos diretos da operação no estado.
Com a reestruturação logística, o fluxo de voos semanais entre Macapá e Oiapoque tem contribuído para aquecer setores como hotelaria, alimentação e serviços.
“O Governo realizou uma articulação com a Petrobras visando movimentar a rede hoteleira e os restaurantes, além de demonstrar nossa capacidade operacional. Os impactos relacionados a esta indústria já estão sendo sentidos no Amapá”, afirmou o presidente da Agência.
Presidente da Agência Amapá, Wandenberg Pitaluga Filho, em entrevista ao programa Estação CBNFoto: Brenno Brazão/Agência Amapá
Durante a entrevista, Pitaluga ressaltou o potencial econômico da exploração petrolífera na região da Foz do Amazonas. De acordo com estimativas mencionadas pelo gestor, a área possui potencial de reservas expressivo, volume que, segundo ele, tem capacidade de transformar significativamente a economia local.
“Fala-se em um volume capaz de gerar uma transformação econômica profunda, comparável a grandes polos de desenvolvimento, em termos de pujança”, declarou.
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