Com uma comitiva de cerca de 300 profissionais, entre gestores, cientistas, empreendedores da bioeconomia, representantes de comunidades tradicionais e técnicos de Governo, o governador do Amapá, Clécio Luís, chegou à COP30 com a mesma convicção que tem guiado sua gestão: a Amazônia não é só floresta, é gente; e quem vive debaixo das árvores precisa ser ouvido.
A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, iniciada na segunda-feira, 10, em Belém (PA), reúne delegações de mais de 190 países, e tem sido palco para que o Amapá apresente ao mundo sua agenda robusta de desenvolvimento sustentável.
Na terça-feira, 11, Clécio lançou o Plano Estadual de Apoio à Sociobioeconomia (Peas) — um marco para o fortalecimento econômico de populações extrativistas, agricultores, artesãos e empreendedores locais.
O documento mapeia 11 cadeias produtivas que incluem desde o artesanato e a gastronomia tradicional até a industrialização de produtos agrícolas, bioinsumos, fármacos, cosméticos e madeira certificada. Um plano que diagnostica a vocação econômica do Amapá e projeta novos mercados, fortalecendo a economia verde com inclusão social.
Além disso, o governador defendeu na plenária oficial da ONU a criação de um sistema unificado de dados climáticos entre governos, proposta que permitiria respostas mais rápidas e coordenadas a eventos extremos.
Clécio também apresentou o Atlas Solar, que mapeia o potencial energético do Amapá e aponta caminhos para a diversificação da matriz energética e para a atração de novos investimentos no setor. A adesão do estado ao Mangrove Breakthrough, iniciativa global de proteção dos manguezais, reforçou o compromisso do Amapá com a preservação dos ecossistemas costeiros, fundamentais para a regulação climática e a subsistência de comunidades ribeirinhas.
Com documentos estratégicos, estudos técnicos e projetos inovadores, o governador mostra que o desenvolvimento sustentável do Amapá não é promessa futura, já está em andamento. A COP30, que segue até 21 de novembro, deve consolidar parcerias e atrair novos investimentos que colocarão o Estado em posição de destaque na agenda global do clima. O mundo, finalmente, está ouvindo o Norte, e o Amapá fala com autoridade.
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